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Rótulos dos alimentos vão mudar, fique por dentro!

O hábito de ler o rótulo pode contribuir com a melhora na qualidade da alimentação e manutenção da saúde. Mas existem alguns elementos nocivos, contidos nesses mesmos alimentos,  que ainda são desconhecidos pela maioria das pessoas. Por conta da mobilização da população e de instituições em redes sociais, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estuda propostas para um novo sistema de rotulagem. O modelo não é atualizado desde 2003.

Os três elementos que serão enfatizados nos novos rótulos são as gorduras saturadas, açúcar e sódio. Segundo a Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), esses três elementos estão fortemente associados ao desenvolvimento de doenças crônicas.

Sugestões de Mudanças

Até o momento, a Anvisa recebeu três sugestões de rotulagem frontal das seguintes instituições: Associação Brasileira de Nutrologia (Abran); Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e da Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (Abia).

A ideia é escolher um modelo ou mesclar características de dois ou até dos três formatos propostos. O resultado será avaliado em consulta pública no site da agência e todos poderão opinar. Após a Anvisa bater o martelo, as mudanças deverão ser efetuadas em no máximo dois anos. Conheça as propostas de rótulos:

Selo de advertência – Instituto de Defesa do Consumidor (Idec)

O selo de advertência do Idec tem como proposta trazer a imagem de um triângulo preto para indicar excesso de nutrientes nocivos: açúcar, sódio e gorduras totais, além da presença de adoçante e gordura trans em alimentos processados e ultraprocessados. Nesse modelo, já usado no Chile, pacotes de sal ou açúcar e garrafas de óleos, que são ingredientes culinários, não entram no modelo. Contudo, a ideia é ter um alerta para uso moderado.

Nutri-Score da  Associação Brasileira de Nutrologia (Abran)

A Abran ofereceu uma alternativa com cores (do verde para o vermelho) e letras (do A ao E) que ajudarão a categorizar o produto. Trata-se de uma adaptação do modelo já utilizado na França. O diferencial desse sistema é que a avaliação do alimento é feita de forma completa, levando em conta suas características boas e também as problemáticas. Se o produto leva letra A (e a cor verde) é porque tem pontos positivos, como grande teor de frutas e legumes, fibras e proteínas. Já os pontos negativos, traduzidos para a letra E (e cor vermelha), indicam que o alimento tem mais calorias, gordura/gordura saturada, açúcares totais e sódio.

Semáforo nutricional – Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (Abia)

A terceira proposta é mais objetiva, utilizando o modelo correspondente às cores do semáforo – consideradas de entendimento universal. Só que, em vez de avaliar o alimento como um todo, o “farol” da Abia foca em três nutrientes: sódio, açúcares totais e gorduras saturadas. Cada um recebe uma cor com base na quantidade em que aparece no produto.

Fonte: Cozinha Sem Stress

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